{"id":1003,"date":"2017-07-05T12:22:42","date_gmt":"2017-07-05T12:22:42","guid":{"rendered":"http:\/\/www.pontodoscafes.com.br\/blog\/?p=1003"},"modified":"2021-03-17T20:22:22","modified_gmt":"2021-03-17T20:22:22","slug":"kopi-luwak-o-cafe-mais-caro-do-mundo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.pontodoscafes.com.br\/blog\/kopi-luwak-o-cafe-mais-caro-do-mundo\/","title":{"rendered":"Kopi Luwak, o caf\u00e9 mais caro do mundo"},"content":{"rendered":"<p><em>O que voc\u00ea pode n\u00e3o imaginar, \u00e9 a forma com que o <\/em>caf\u00e9 mais caro do mundo \u00e9 produzido<!--more--><\/p>\n<p>Seu nome deriva da palavra indon\u00e9sia <em>Kopi<\/em>, que significa caf\u00e9, e <em>Luwak<\/em>, nome dado a um animal tamb\u00e9m conhecido como civeta. Isso porque o caf\u00e9 tem a particularidade de ser produzido com gr\u00e3os extra\u00eddos das fezes do animal. Considerado o <strong>caf\u00e9 mais caro do mundo<\/strong>, e tamb\u00e9m o mais ex\u00f3tico, custa cerca dois mil d\u00f3lares, por um quilo.<\/p>\n<p>\u00c9 esse processo que d\u00e1 ao <strong>Kopi Luwak<\/strong> seu sabor caracter\u00edstico inigual\u00e1vel. Mesmo que seja um tanto quanto diferente de produzir caf\u00e9 n\u00e3o representa riscos \u00e0 sa\u00fade. De acordo com o pesquisador italiano Massimo Marcone, os resultados dos testes de seus trabalhos mostraram que a bebida \u00e9 perfeitamente segura.<\/p>\n<h2><strong>Produ\u00e7\u00e3o<\/strong><\/h2>\n<p>A produ\u00e7\u00e3o acontece da seguinte forma: os gr\u00e3os do caf\u00e9 s\u00e3o processados pelo sistema digestivo e depois retirados dos excrementos da civeta, mam\u00edfero que n\u00e3o existe no Brasil. O animal come somente os frutos mais doces, maduros e avermelhados do caf\u00e9, que s\u00e3o digeridos pelo seu organismo.<\/p>\n<p>Os gr\u00e3os, depois de digeridos, s\u00e3o excretados junto com suas fezes. E \u00e9 justamente essa produ\u00e7\u00e3o limitada dos gr\u00e3os (menos de 230 quilos por ano) o motivo de sua raridade, pre\u00e7o alto e sabor inigual\u00e1vel, garantem os apreciadores. &#8220;Uma mistura de chocolate e suco de uva. Menos \u00e1cido e amargo do que os caf\u00e9s comuns&#8221;, descreve o pesquisador italiano Massimo Proerd.<\/p>\n<p>O pesquisador explica que, \u00e0 medida que o gr\u00e3o passa pelo sistema digest\u00f3rio do animal, ele sofre um processo de modifica\u00e7\u00e3o parecido com o utilizado pela ind\u00fastria cafeeira para remover a polpa do gr\u00e3o de caf\u00e9, mas que envolve bact\u00e9rias diferentes das usadas pela ind\u00fastria, al\u00e9m das enzimas digestivas do animal.<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<h2><strong>Hist\u00f3ria<\/strong><\/h2>\n<p>N\u00e3o existem registros precisos sobre a hist\u00f3ria do Kopi Luwak, mas acredita-se que sua origem data de cerca de 200 anos atr\u00e1s, quando os colonizadores holandeses iniciaram planta\u00e7\u00f5es de caf\u00e9 nas ilhas de Java, Sumatra e Sulawesi, onde hoje \u00e9 a Indon\u00e9sia.<\/p>\n<p>\u00c9 nessas ilhas que vivem as civetas, que come\u00e7aram a se alimentar da planta. Para evitar o desperd\u00edcio, os plantadores de caf\u00e9 come\u00e7aram a coletar os gr\u00e3os que sa\u00edam intactos das fezes dos animais. Em algum momento algu\u00e9m resolveu experimentar essa variedade aparentemente pouco apetitosa e descobriu o que hoje \u00e9 considerado o caf\u00e9 mais saboroso do mundo.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O que voc\u00ea pode n\u00e3o imaginar, \u00e9 a forma com que o caf\u00e9 mais caro do mundo \u00e9 produzido<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":1004,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[262],"tags":[284,290,288,285,283,287,289,286],"aioseo_notices":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.pontodoscafes.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1003"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.pontodoscafes.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.pontodoscafes.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.pontodoscafes.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.pontodoscafes.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1003"}],"version-history":[{"count":4,"href":"https:\/\/www.pontodoscafes.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1003\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":1478,"href":"https:\/\/www.pontodoscafes.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1003\/revisions\/1478"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.pontodoscafes.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media\/1004"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.pontodoscafes.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1003"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.pontodoscafes.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1003"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.pontodoscafes.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1003"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}